O futuro que procuramos

Encontros de Verão em Betânia – 2019


2º encontro – 20 de Julho – Os jovens são o agora de Deus

Não, vocês não são o ‘entretanto’ de Deus, são o agora de Deus, agarrem a tocha agora., (…) convém protestar por alguma coisa, mas é necessário construir.

… desejo encontrar-me convosco em Assis: para promover juntos, através de um “pacto” comum, um processo de mudança global que veja em comunhão de intenções não apenas quantos têm o dom da fé, mas todos os homens de boa vontade, para além das diferenças de credo e de nacionalidade, unidos por um ideal de fraternidade atento acima de tudo aos pobres e aos excluídos. Convido cada um de vós a ser protagonista deste pacto, assumindo um compromisso individual e coletivo para cultivarmos juntos o sinal de um novo humanismo que corresponda às expetativas do homem e ao desígnio de Deus. 

(Papa Francisco)

Como vamos corresponder a este convite/apelo do Papa Francisco?

Vamos reflectir sobre a crise ecológica para identificar as suas raízes e para encontrar caminhos para uma ecologia integral.

Programa

10 horas – Acolhimento

 Oração inicial

Apresentação do tema e reflexão partilhada 

  • Maria José Melo Antunes

– Pacto global” para mudar a economia actual e atribuir uma alma à economia de amanhã

– Não podemos mudar porque não queremos mudar? Causas profundas da crise actual.

– Onde estão os obstáculos? Como superá-los? Na economia real? No ensino da economia? Na vida quotidiana?

12 horas – Tempo para parar e contemplar

13 horas – Almoço partilhado

15 horas – O que querem e como estão a actuar os jovens? 

  • Pedro Rei (moderador)

Intervenções:

  • Pedro Franco (Fundação Fé e Cooperação)
  • Ivo Francisco (Cuidar da Casa Comum)

18 horas – Conclusão


Informações úteis

Local: Sede da Fundação Betânia – Azoia – Colares

Horário: Entre as 10:00 horas e as 18:00 horas

Almoço partilhado (trazer prato, talher e copo reutilizáveis, para evitar pegada ecológica!)

Como chegar?

https://goo.gl/maps/24Cdus1bsXfq4MpD9

3º encontro24 Agosto – Que futuro para a nossa casa comum?

Muitas coisas devem reajustar o próprio rumo, mas antes de tudo é a humanidade que precisa de mudar (…)

Surge, assim, um grande desafio cultural, espiritual e educativo que implicará longos processos de regeneração.

(L S 202)

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